quarta-feira, 23 de março de 2011

Hillary Clinton promete ficar em segundo mandato de Obama!

"Vou ficar até o início do próximo mandato, porque eu sei que isso leva um tempo para as pessoas obterem nomeado e confirmado", disse Hillary Clinton disse à ABC News. (She said last week that she would play no role in a second Obama administration. Ela disse na semana passada que ela poderia desempenhar qualquer papel em uma segunda administração de Obama.)
 
"There needs to be a seamless transition with whomever President Obama decides to appoint after he is re-elected, which I am confident he will be," she said. ("É preciso haver uma transição fluida com quem o presidente Barack Obama decide nomear depois que ele for reeleito, o que eu estou confiante que ele será", disse ela.)
 
Mr Obama selected Mrs Clinton, 63, to be his administration's top diplomat after defeating her in the 2008 Democratic presidential primary. (Obama selecionados Hillary Clinton, 63 anos, para ser diplomata de alto escalão de seu governo, após derrotá-la em 2008 a primária presidencial dos democratas.)
 
The former first lady told CNN last week that she has "no intention" of running again for the presidency. (A ex-primeira dama disse à CNN na semana passada que ela tem "nenhuma intenção" de concorrer novamente à presidência.) Her husband Bill Clinton was president from 1993-2001. (Seu marido Bill Clinton foi presidente de 1993-2001.)
 
Mrs Clinton is the only former first lady in US history to be elected to the US Senate. (Hillary Clinton é a única ex-primeira dama da história dos EUA a ser eleita para o Senado dos EUA.) She represented the state of New York from January 2001 to January 2009. (Ela representou o estado de Nova Iorque a partir de janeiro de 2001 a janeiro de 2009.)

sexta-feira, 18 de março de 2011

she likened the White House to “a bunch of amateurs” in their handling of Colonel Gaddafi.

Hillary Clinton is to quit the Obama administration. 

The US Secretary of State said she would not serve a second term and planned to leave in two years when her time was up. 

She also revealed she will not run again for president or vice president.
Rumours have circled in Washington that Mrs Clinton is frustrated with Barack Obama’s dithering on foreign policy, especially over air strikes in Libya. 


One report claimed that she likened the White House to “a bunch of amateurs” in their handling of Colonel Gaddafi. Her departure will be a blow to Mr Obama who has already been deserted by key allies including his former chief of staff Rahm Emanuel, press secretary Robert Gibbs and economic adviser Larry Summers.


Speaking to US TV network CNN, Mrs Clinton was asked if she wanted to stay on for a second term with Mr Obama, if she wanted to be president, vice president or defence secretary. To each she replied: “No”. 

She said: “You know, I had a wonderful experience running and I am very proud of the support I had and very grateful for the opportunity, but I’m going to be, you know, moving on. 



“I am doing what I want to do right now and I have no intention or any idea even of running again. I’m going to do the best I can at this job for the next two years”. 

Mrs Clinton added she wanted to “go back to advocacy work, particularly on behalf of women”. - Daily Mail

Japan crisis raises nuclear questions!

Secretary of State Hillary Clinton said on Wednesday that the nuclear crisis in Japan raises questions about the use of nuclear energy in the United States.


"What's happening in Japan raises questions about the costs and the risks associated with nuclear power, but we have to answer those.

We get 20 percent of our energy right now in the United States from nuclear power," Clinton said in an interview with MSNBC in which she emphasized the need for a comprehensive U.S. energy policy.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Clinton won't seek second stint as secretary!

When Ms Clinton was asked in a CNN interview during a trip to Cairo if she wanted a second stint as America's top diplomat, she was clear.

"No," she answered and then moved on to rule out future jobs as defence secretary, vice president or even president of the United States.
"I have the best job ever," Ms Clinton said, saying the world was changing so quickly "it's almost hard to catch our breath".
"I want to be part of helping to represent the US at this critical moment in time, to do everything I can in support of the president and the government, to stand for values and ideals and stand up for America's interest."
But Ms Clinton says she is not interested in the presidency.
"I had a wonderful experience running. I'm very proud of the support and the opportunity, but I'm going to be moving on," she said.
Mr Obama beat Ms Clinton in the battle for the 2008 Democratic presidential nomination.


 
Ms Clinton, who has been both US first lady and a US senator, has said she has no plans to run again for president and that her current job would probably be her last in public service. 

She has suggested her next role may be as an advocate for women around the world.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Nações Unidas celebram início das atividades da ONU Mulheres

As Nações Unidas celebraram nesta quinta-feira com uma grande cerimônia o início oficial de sua nova agência, a ONU Mulheres, com a qual se compromete a combater a discriminação e derrubar as barreiras que ainda impedem o desenvolvimento pleno da mulher em todos os aspectos.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e a diretora-executiva da nova agência, Michelle Bachelet, lideraram a cerimônia na Assembleia Geral do organismo, que contou ainda com as participações da atriz Nicole Kidman e da cantora colombiana Shakira, entre outras personalidades.

"A ONU aposta na mulher porque é o correto e porque é inteligente, talvez uma das coisas mais inteligentes que podemos fazer. Apoiarei a ONU Mulheres de todas as formas que puder, com minha energia e compromisso", prometeu Ban em seu discurso.

De acordo com Ban, os esforços diplomáticos para estabelecer a ONU Mulheres fazem parte de um movimento global que procura pôr um fim definitivo na desigualdade, dar poder à mulher e erradicar a violência sexual.

Essas são as metas estabelecidas por Bachelet para a agência, cuja criação atribuiu ao descontentamento com o "ritmo lento" das mudanças na luta pela igualdade de gêneros e a erradicação dos obstáculos impostos ao desenvolvimento socioeconômico da mulher.

"Minha própria experiência me demonstrou que não há limites para o que pode conseguir uma mulher", assegurou a ex-presidente do Chile, que arrancou entusiasmados aplausos do público com esta frase.

Bachelet lembrou que os indicadores internacionais demonstram que os países com maior igualdade entre gêneros são os mais prósperos, enquanto as empresas privadas que contam com mais mulheres em postos de responsabilidade alcançam melhores resultados econômicos.

Em sua opinião, a nova agência tem início "em um momento histórico", de grande potencial e oportunidades para a mulher, o que deve ser aproveitado.

A Assembleia Geral das Nações Unidas autorizou a criação da ONU Mulheres no fim de 2009, após longos anos de debates sobre a necessidade da agência.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Michelle Bachelet dirigir "Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Desenvolvimento da Mulher

Anuncio nesta terça-feira que a ex-presidente chilena Michelle Bachelet dirigirá uma agência das Nações Unidas para promover a igualdade para as mulheres.
Autoridades disseram, inicialmente, que a ex-presidente não estava interessada no posto pois queria continuar atuante na política chilena depois de ter deixado o poder em março, após quatro anos de governo.
A presidente chilena foi escolhida entre 26 candidatas de todo o mundo sugeridas por governos e ONGs. Um painel indicou três finalistas, e Ban escolheu Bachelet. Ela comandará a partir de janeiro de 2011 a agência que oficialmente se chamará "Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Desenvolvimento da Mulher", mas será conhecida como "ONU Mulher".

Christine O'Donnell surpreende nas primárias republicanas

O movimento ultraconservador republicano americano "Tea Party" obteve uma vitória incontestável na terça-feira nas primárias para as eleições legislativas de novembro, depois que uma novata derrotou a ala moderada no estado de Delaware.

Christine O'Donnell venceu o republicano moderado Mike Castle por 53,1% a 46,9% na primária republicana do pequeno estado de Delaware, onde será disputada em novembro a cadeira no Senado que era do atual vice-presidente americano, o democrata Joe Biden.

A vencedora, que superou acusações de crimes financeiros no passado, aproveitou o mal-estar em relação aos políticos estabelecidos e o apoio da candidata republicana à vice-presidência em 2008 e principal figura do "Tea Party", Sarah Palin, para obter um surpreendente triunfo.

A cadeira no Senado que era ocupada pela atual secretária de Estado, Hillary Clinton, por Nova York estaria a salvo, enquanto persistem dúvidas sobre o posto por Illinois, que pertencia ao presidente Barack Obama.

Em novembro estão em disputa todas as cadeiras da Câmara de Representantes (435) e pouco mais de um terço do Senado, 37 de 100.